segunda-feira, 8 de julho de 2013

Declaração do MIL-Moçambique sobre a situação no país



Face ao ambiente de tensão que se vive, que já originou alguns incidentes, bem como, o que é mais lamentável, algumas mortes, o MIL-Moçambique apela veementemente à pacificação do país. Não ignoramos que em Moçambique houve uma guerra civil, como noutros países lusófonos, fruto da ingerência de potências estrangeiras e da forma dolosa como em Portugal se conduziu o processo de descolonização – conforme, finalmente, está a vir à tona (nomeadamente no que diz respeito a Angola, com o livro, recém editado, “Segredos da Descolonização de Angola: toda a verdade sobre o maior tabu da presença portuguesa em África”, da historiadora Alexandra Marques).
Sabemos que essa guerra civil deixou feridas ainda não por inteiro saradas. Mas é tempo de virar a página de vez e de não regressar ao passado. Sem paz, não pode haver desenvolvimento social, económico e cultural. Todos almejamos que o espaço lusófono seja um espaço de referência quanto ao desenvolvimento. Para isso, tem que ser, antes de mais, um espaço de referência quanto à paz. Lutemos por isso em Moçambique, bem como em todos os países e regiões do espaço lusófono em que a paz não está ainda garantida. Lutemos pelo nosso futuro, por um futuro digno para todos.

MIL: Movimento Internacional Lusófono

MIL-Moçambique

18 comentários:

  1. Meus Caros,



    A maior solidariedade para com nossos Irmãos moçambicanos.

    Que o dialogo não se interrompa.

    Porque a solidariedade UNE e a cooperação REFORÇA.!

    Estamos Juntos.

    Abraço para TODOS.

    Pedro CS

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  2. totalmente de acordo

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  3. Caríssimos/as companheiros/as do MIL

    Subscrevo que a paz é condição essencial à dignidade humana e importa que através do diálogo construtivo se procurem os caminhos de pacificação, na sociedade Moçambicana, sem os quais não é possível o ambiente de respeito pelos Direitos Humanos. Concordo completamente, pois, com a declaração do MIL-Moçambique.

    Cordial e freternalmente,
    Nuno Sotto Mayor Ferrão

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  4. De acordo com a moção a favor da Paz em Moçambique e no mundo,embora o passado não possa ser esquecido, como construção do futuro que desejamos.

    Um abraço

    Luisa Timóteo - Malaca

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  5. O apelo à paz deve ser permanente e estar sempre presente no exercício de cidadania, devido por nós todos, os que participam e integram a comunidade da Língua Portuguesa.
    Abraço solidário.

    Mário Negrão

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  6. Precisamos mais de Paz que de "pão para a boca".
    Ou xima. ;)
    Pois sem Paz nem o que comemos nos faz bem.
    Texto eficiente exprimindo ideias com que concordo.
    O exemplo da Lusofonia no nosso planeta precisa de ser Paz, Felicidade e Amor.
    Com muita gratidão. Porque Gratidão é sinal de saúde e harmonia.
    E já agora ;) Obrigada a quem foi da ideia e escreveu isto.
    AbraçoMIL

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  7. Subscrevo integramente.
    Sem o esforço por garantirmos condições reais de paz em todos os países e comunidades lusófonas, todos os demais esforços são inúteis. As feridas que deixam as guerras perduram gerações, sobretudo se se ignoram ou se mantém a população na ignorância e na pobreza. É mesmo difícil desmontar o ciclo da violência e as suas lógicas, mas tem de ser feito. Disso sabemos todos um pouco, também nós, galegos.
    Tenhamos valor, bondade e saber para resolver os conflitos e sentido da justiça para exigir a quem de direito que cumpra com os seus deveres de governar para o bem comum.
    Abraço desde a Galiza aos irmãos de Moçambique

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  8. Anónimo20:53:00

    Concordo com o que disse Maria Dovigo, e reforço que sem paz nada prospera e se desenvolve. Não deve ser um desejo apenas do cidadão lusófono, mas de todos. Devemos levar nosso apoio e solidariedade a todos que lutam por seus direitos e por um mundo melhor e mais justo.

    Mariene Hildebrando- Brasil

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  9. Anónimo12:25:00

    Dá pena ver o processo da paz regredir.
    Por favor, moçambicanos, entendam-se de vez. Paz, palavra necessária e linda.

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  10. VITORINO MORGADO14:28:00

    PELA LEITURA DO TEXTO , TRATA-SE DE UMA CONCLAMAÇÃO A PAZ COM A QUAL SEMPRE CONCORDAREI, PORTANTO APOIO.

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  11. Concorde e aprovo. Sendo a paz necessária e fundamental para o reforço das comunidades lusofonas na construção de um mundo fraterno

    Um fraterno abraço

    Luisa Timóteo - Malaca

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  12. Subscrevo na integra acrescentando o seguinte: - Quem não convence com diacursos, campanhas políticas e sobretudo com acções deccomplementaridade à boa governação mesmo estando na oposição e envereda para acções de guerrilha urbana, corre o risco de ser combatido e auto marginaliza-se do esforço comum para a afirmação da democracia em vias de consolidação

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  13. Anónimo01:29:00

    A ambição destrói o homem, por favor, dispam-se da desumanidade e deem as mãos. Descubram e distribuam a vossa bondade que está por vezes escondida. A paz é um bem essencial com sabor a felicidade. Lutem por JUSTIÇA e PAZ. abraço.

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  14. A ambição destrói o homem, por favor, dispam-se da desumanidade e deem as mãos. Descubram e distribuam a vossa bondade que está por vezes escondida. A paz é um bem essencial com sabor a felicidade. Lutem por JUSTIÇA e PAZ. abraço

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  15. Anónimo09:12:00

    Os partidos neste País não servem para nada a não ser para, sugarem o povo através dos seus dirigentes e partidários, a meu ver.
    Se querem salvar Portugal nomeem para o governo indivíduos independentes a ver se ainda temos salvação. Como português este estado me revolta.

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