Para além de todos as desgraças que têm assolado o povo guineense, conforme o MIL sempre abertamente tem denunciado, assistimos agora à devastação dos seus recursos naturais, em particular da floresta, por várias empresas, nomeadamente chinesas.
O país, que enfrenta graves problemas de estruturação do Estado, é hoje um exemplo maior das dificuldades de construção de uma estrutura que carece ainda de requisitos fundamentais, em prol do bem comum. A instabilidade da Guiné-Bissau é, sem dúvida, a principal razão da exploração abusiva das riquezas guineenses. Se não é a floresta a ser metida em contentores, é o mar a ser devastado.
Tudo isto acontece perante a passividade do mundo, que não responde aos protestos, muito menos pressiona os governantes, os ditos governantes que a Comunidade Internacional diz não reconhecer por terem saído de um Golpe de Estado. Enquanto isso, as empresas chinesas devastam a nossa floresta.
No mundo globalizado, nem tudo tem o mesmo valor. O que significa “pó di sangui” para os guineenses jamais será o mesmo para os chineses. No entanto, os chineses têm a vantagem de conseguir comprar desde as autoridades políticas da Guiné-Bissau, com a construção do Palácio de Governo, até o povo local, com a construção de escolas, campos de futebol e poços de água. É que, como se costuma dizer, “onde há fome, o que vai à mesa é comida”.
Perante isto, exigimos, uma vez mais, a mobilização da Comunidade Lusófona. Só esta, no plano global, poderá defender a autonomia da Guiné-Bissau, a integridade do seu território e dos seus recursos naturais. Só esta, no plano global, poderá promover a constituição de um real Estado de Direito, que promova, realmente, o bem comum. O martirizado povo guineense exige a toda a Comunidade Lusófona essa mobilização. Esperamos que, uma vez mais, não nos desiludam.
MIL: Movimento Internacional Lusófono
MIL – Guiné-Bissau
Concordo, embora sugira uma melhor revisão ao texto.
ResponderEliminarsecundo a opinião Flávio G.
ResponderEliminarA mensagem é linda mas tive dificuldade em entende-la.
ResponderEliminarA prosa precisa de ser mais escorreita para cumprir a sua missão.
Apesar de ter apreciado as repetições poeticas, etc. :)
Abraço MIL
Concordo com o teor da mensagem, mas afino pelo mesmo diapasão dos outros comentadores. O texto carece de revisão na forma, mas não na substância. A indignação é absolutamente legítima face ao que está descrito.
ResponderEliminarUm Abraço MIL-ilitante,
Nuno Sotto Mayor Ferrão
Se entendi direito o pedido é legítimo e um problema que é de todos, pois diz respeito não somente a Guiné. Concordo com o teor do texto, mas acho que poderia ser revisado no que diz respeito a forma.
ResponderEliminarAbraços MIL
Mariene Hildebrando ( Brasil)
Muito bem. Face aos pareceres, reformulámos o teor da Declaração...
ResponderEliminarAbraço MIL
Concordo!
ResponderEliminarConcordo.
ResponderEliminarO TEXTO ESTÁ CLARO E NÃO PRECISA DE REPAROS O RECADO É ESCLARECEDOR, SÓ FALTA O TOTAL ENVOLVIMENTO DO POVO DA GUINÉ, NO ENTANTO, A NOSSA PARTE DEVE SER FEITA E , PORTANTO, O MEU APOIO .
ResponderEliminarSAQUDAÇOES FRATERNAS.
Concordo
ResponderEliminaralexandre banhos
Concordo...
ResponderEliminar... embora, no que se refere à última frase, receie que iremos ser, mais uma vez, desiludidos...
Concordo,
ResponderEliminarCarlos vieira Reis
Concordo, este é um problema também que têm afligido São Tomé, é preciso a comunidade lusófona no seu todo estar a par e saber que poderemos criar sinergias para contrariar e vencer esta causa.
ResponderEliminarDesta vez o texto serve o objetivo.
ResponderEliminarSolidarizo-me com o anterior autor pois... ;) eu já desisti de tentar escrever textos formais.
Cada um é para o que nasce ;)
Pela Sustentabilidade, Abundância e Felicidade na querida Guiné Bissau <3
AbraçoMIL
O assunto é complexo e insere-se num tema ainda mais complexo que afecta não só a comunidade lusófona como todo o mundo.
ResponderEliminarTrata-se de cultura, ética e de valores que, de um modo geral, necessitam de mais atenção e dedicação de todos. Trata-se da forma como a sociedade, em geral, está a reagir ao "progresso" tecnológico que permitiu acelerar a globalização sem que haja o correspondente progresso e acompanhamento humanístico.
A globalização da economia carece de uma profunda reflexão e de uma intervenção mais activa por parte do cidadão a par com as diversas estruturas sociais.
A mensagem apela nesse sentido e com toda a razão, mas parecer-me-ia mais profíquo sugerir a divulgação da situação, apelando ao debate e à mobilização de consciências e sinergias diversas em vez de "exigir" a intervenção da comunidade lusófona.
Mário João Russo