Os parceiros internacionais da Guiné-Bissau apoiam uma segunda missão internacional no país, como a que aconteceu em dezembro, desde que os políticos guineenses aprovem um pacto de regime e formem um governo inclusivo.
De acordo com um comunicado divulgado hoje, os parceiros internacionais apelam também para os políticos «para que o espírito de inclusão seja prosseguido depois das eleições, para criar um ambiente conducente para a implementação das reformas vitais do Estado».
O comunicado é o resultado de uma reunião entre a Comunidade dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), as Nações Unidas (NU), a União Africana (UA) e a União Europeia (UE).
Diário Digital / Lusa
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