O representante da ONU para a Guiné-Bissau defendeu, em Bruxelas, um «roteiro» com vista a eleições livres e democráticas naquele país, «em novembro ou dezembro», das quais saia um «Governo inclusivo», que não deixe ninguém de fora.
José Ramos-Horta, que falava num debate na comissão de Negócios Estrangeiros do Parlamento Europeu, exortou também a União Europeia a continuar a prestar apoio ao país.
Referindo-se aos programas que beneficiam diretamente a população, sublinhou que, não havendo confiança nas atuais autoridades nacionais, a Europa pode fazê-lo através das próprias Nações Unidas ou de organizações não-governamentais (ONG) ou da igreja.
Diário Digital / Lusa

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