Cerca de 80 por cento das farmácias da Guiné-Bissau vendem medicamentos de origem duvidosa, a maioria vindos de países vizinhos como a Nigéria, Gâmbia ou Guiné-Conacri, denunciou hoje um responsável do setor.
Na Guiné-Bissau não existe um laboratório de controlo dos medicamentos que são vendidos ao público, disse o secretário nacional da Associação dos Farmacêuticos da Guiné-Bissau, Ahmed Akdhar.
«O problema maior reside na origem dos remédios. A título de exemplo, no Senegal existe mais de dez depósitos de distribuição oficial de medicamentos e na Guiné-Bissau não há nenhum», revelou Akdhar, citado pela Agência de Notícias da Guiné-Bissau (ANG).
Diário Digital / Lusa

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