A Sociedade Civil não pode ficar, eternamente, nessa atitude inconsequente tão
típica entre nós: falar mal e nada fazer. Se a Sociedade Civil considera, como
cada vez mais vozes o têm dito, que não se sente devidamente representada no
Parlamento, então deve agir em consequência: não apenas denunciar o monopólio
partidário dessa representação parlamentar, mas defender medidas que, em
concreto, visem alterar a situação. Uma dessas medidas é, inequivocamente, a
possibilidade de candidaturas independentes.
Foi
essa a medida que o MIL, membro da PASC: Plataforma Activa da Sociedade Civil,
foi defender no dia 3 de Janeiro na Assembleia da República, na Comissão de
Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias. Acompanhados pelo
Movimento + Democracia, que pugna também por este desígnio, defendemos que só
dessa forma poderá haver uma regeneração do nosso regime democrático. Só assim
– como escrevemos no teor da Petição – “com Deputados que livremente
representem aqueles que os elegeram e que não sejam apenas uma caixa de
ressonância dos respectivos Partidos, teremos uma verdadeira Democracia
Representativa”.
Dando
voz a essa Sociedade Civil que não se sente devidamente representada, foi isso
o que reiterámos no Parlamento e, na manhã do mesmo dia, ao Canal SIC, num
depoimento gravado na nossa nova sede, no Palácio da Independência, em Lisboa:
Excelente! Um importante marco do MIL!
ResponderEliminar