As organizações representativas da sociedade civil da Guiné-Bissau congratularam-se hoje com a nomeação do ex-presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, para o cargo de representante do secretário-geral da ONU no país.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Luís Vaz Martins e Mamadu Quetá, vice-presidente do Movimento da Sociedade Civil para Paz e Democracia, afirmaram tratar-se de «uma escolha feliz e acertada» devido ao «percurso política e diplomático» de Ramos-Horta.
Os dois responsáveis entendem que o percurso de Ramos-Horta - prémio Nobel da Paz, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros e Presidente de Timor-Leste - e ainda o facto de ser uma pessoa conhecedora da realidade guineense poderá fazer com que tenha «um bom desempenho» como representante do secretário-geral da ONU na Guiné-Bissau.
Diário Digital / Lusa

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