Segundo
a Agência Lusa, “o representante das Nações Unidas para a Guiné-Bissau, José
Ramos-Horta, admitiu que será difícil mobilizar a comunidade internacional para
apoiar o processo eleitoral na Guiné-Bissau”. Fazendo
o eco dessa Declaração, o MIL apela, em particular, à Comunidade Lusófona para
que mobilize no auxílio ao martirizado povo irmão guineense, recordando a Carta
Aberta que emitimos no passado ano e que, infelizmente, continua por inteiro
pertinente.
Carta
Aberta à CPLP sobre a Situação da Guiné-Bissau – para ler e subscrever:

Esta insistência está correta: devemos continuar a gritar até que nos oiçam. É a estratégia dos nascituros que querem crescer
ResponderEliminarNR
Os países de língua portuguesa devem ser os primeiros. Os países africanos em seguida...
ResponderEliminar