domingo, 14 de outubro de 2012

AMANHÃ NA SEDE DO MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO

Apresentação de obra literária da poeta brasileira, Andréia Carvalho, na sede do MIL, sita na Sociedade da Língua Portuguesa, Rua Mouzinho da Silveira, 23, 1250-166 Lisboa, amanhã, 15 de Outubro, pelas 19H30.



Uma pequena nota biobibliográfica da autora:

Andréia Carvalho é o nome literário de Andréia Ticiane Pires de Carvalho, natural de Ponta Grossa, Paraná, Brasil. Reside em Curitiba, onde trabalha como técnica em Farmácia Hospitalar. Estudou Ciências Biológicas e Produção Multimídia.
Escreve o blog "O Hábito Escarlate", no endereço eletrônico http://habitoescarlate.blogspot.com.
Tem poemas publicados nas revistas eletrônicas Zunái (Ano VI - Edição XX), Germina (Ano VII -
Edição 34), e Eutomia (8ª edição). Tem poemas publicados no Llibre del Tigre (Revista sèrieAlfa.arti literatura): poema traduzido em catalão e espanhol por Joan Navarro, curador, e na revista impressa Polichinello (13ª edição). Teve participação em miniantologia poética da Agenda de Programação do CCSP, Centro Cultural de São Paulo (edição de fevereiro de 2012). Terá poemas publicados na próxima edição da revista impressa Coyote (n° 24).
Seu primeiro livro “A Cortesã do Infinito Transparente - Lumme Editor - Série Caixa Preta (Poesia)” foi lançado em 2011 no evento literário ZOONA, em Curitiba. O segundo livro “Camafeu Escarlate” será lançado em agosto de 2012, também pela Lumme Editor.

 Livro:
A CORTESÃ DO INFINITO TRANSPARENTE
Coleção: CAIXA PRETA
Autor: CARVALHO, ANDREIA
Editora: LUMME EDITOR
Assunto: LITERATURA BRASILEIRA - POESIA
ISBN: 8562441597 ISBN-13: 9788562441592
Idioma: português
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 80

Da obra referida, o poema 9:

MUSA CEGA
Atravesso a imagem da pedra
Imbuída e lenta de obsidiana
Forças tectônicas me ascendem
E sou a devastação
para sepultar-me
no dom da palavra santa

Bebo tua voz
E sou o sal

Meu sangue metálico, a pedra
do oratório

Não há vida minha
Sem o verbo teu

terra
meu êxodo sideral
canta em mim como a carne crua de um meteroro

Andréia Carvalho

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