Seguindo-se nisto um pensador muito frequente, fala-se
muitas vezes de reforma das Universidades obedecendo-se apenas a determinantes
de carácter puramente teórico, sem se levar em linha de conta toda a
diferenciação que imporia na prática a diversidade de traços de povo para povo.
Quando muito, faz-se entrar em jogo um factor de evolução histórica: admite-se
que a situação não é hoje a mesma que era no século XIV ou no século XVIII, e já
existe aqui naturalmente um grande progresso sobre os que namoram instituições
perfeitamente imóveis e indiferentes a toda a espécie de história, sem
reflectirem em que a eternidade de Deus se exprime para nós na fugacidade do
tempo. Mas o que nunca se realiza é o programa em que se desse atenção às
diversidades de terra para terra; em que o espaço, digamos assim, tivesse a
mesma nobre categoria do tempo.[1]

Sem comentários:
Enviar um comentário
CARO/A VISITANTE, CONTRIBUA NESTA DEMANDA. ACEITAREMOS TODOS OS COMENTÁRIOS, EXCEPTO
OS QUE EXCEDAM OS LIMITES DA CIVILIDADE.
ABRAÇO MIL.