No seguimento das declarações dos Presidentes de Timor-Leste e do Brasil, que publicamente manifestaram a disponibilidade dos seus países em comprar “dívida soberana portuguesa a juros mais baixos” do que aqueles que se têm verificado nos mercados internacionais – cada vez mais insustentáveis –, o MIL: Movimento Internacional Lusófono vem expressar o seu apoio a esta proposta, que, a nosso ver, se pode constituir, a médio prazo, em algo de mais perene – na criação de um Fundo Monetário Lusófono, a ser gerido por todos os Governos da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, de modo, desde logo, a salvaguardar o espaço lusófono da especulação financeira internacional. Este Fundo, respeitando as regras do mercado financeiro, ainda que pugnando por outro enquadramento das Agências de Rating, promoveria, fundamentalmente, a cooperação lusófona, assim dando passos para uma Zona de Comércio Livre Lusófona.
MIL: Movimento Internacional Lusófono
Continuo a pensar na criaçao de agencias de rating independentes, mas nao particulares a servirem interesses particulares como sao as conhecidas americanas.Seria de tentar lançar a ideia de uma independente.Jofre Justino tem uma petição a correr sobre isso,que eu já subscrevi.
ResponderEliminarSeria de contacta-lo ,sugiro.
Saudaçoes mil
Antonio Serzedelo
Concordo. - Zona de Comércio Livre Lusófona e por aí 'sempre mais além'. Poderá 'vir a ser' a solução para este problema e para muitos outros.
ResponderEliminarAbraço MIL
Carlos Carreira
"... criação de um Fundo Monetário Lusófono, a ser gerido por todos os Governos da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, de modo, desde logo, a salvaguardar o espaço lusófono da especulação financeira internacional..."
ResponderEliminarApoiado! É por estas e outras que eu defendo:
-POVO ao PODER!
A idéia parece-me extremamente interessante. Mas como operacionalizá-la? Este é o grande problema....Mas não é impossível, a criação de um fundo de compensação dentro da CPLP, para “blindar” nossos países das tempestades da economia global. Vamos aos estudos, primeiro...
ResponderEliminarSergio da Motta e Albuquerque
Esta petição (à qual o António se refere, creio):
ResponderEliminarhttp://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N6501
pretende a Regulamentação Internacional das Agências de Rating
e foi lançada por um grupo de cidadãos socialistas, de entre os quais Joffre Justino.
Cumprimentos,
Vera Santana
Aprovo incondicionalmente a ideia de um Fundo Monetário Lusófono, a gerir por representantes das comunidades lusófonas. O problema está, como alguém aqui já disse, em como operacionalizá-lo. A ideia não me parece a priori incompatível com a pertença de Portugal à Zona Euro e à União Europeia. Daria mais consistência à CPLP e criaria mais solidariedade entre as comunidades lusófonas. O.K.
ResponderEliminarVIRGÍLIO CARVALHO (Dr).
A intervenção que o Brasil teve na compra de títulos da dívida pública em Fevereiro foi operacionalizada através de Macau.
ResponderEliminarEfetivamente com a urgência da situação não existem os mecanismos desejáveis para a constituição de "tal fundo". Porém, lembro que a zona livre da Madeira tem possibilidades para tal, em relações a fundos de investimento.
Os especialistas que se pronunciem mas a ideia é para avançar.
65 empresas brasileirase quase outras tantas Angolanas vão - se estabelecer em Portugal durante 2011.Por tal é do interesse comum ...
O Brasil em Fevereiro para ajudar Portugal na compre de títulos de dívida pública teve de efetuar a operação através de Macau.
ResponderEliminarA formalização de um Fundo deve ser encarada como algo possivel (v.g. na zona Zona Franca da Madeira semelhante ao da Zona Económica.)
Em 2011 65 empresas Brasileiras vão - se estabelecer em Portugal e umas dezenas de empresas Angolanas também.
O interesse é recíproco ...
Não sei o que dizer; a meu ver uma óptima ideia sem pés para andar. Se esta comunidade, pese embora todos os discursos de boa vontade e loas à lusofonia (abstenho-me de problematizar o termo)não foi ainda capaz de fazer mais do que esta circunstancial e inoperacinal CPLP, como sustentar tão complexa operação entre países em diferentes etapas de desenvovimento humano, financeiro e demais?
ResponderEliminarReafirmo: uma óptima ideia que só vejo concretizada na terra dos sonhos e, sendo certo que pelo sonho é que vamos queiramos ou não (cantava assim Sebastião da Gama, agudizada pela necessidade imperiosa de olharmos sem miragens para o nosso trémulo futuro.
Mas o que eu dava para ver esta realidade, o que eu dava meus amigos.
Se tudo fizermos com se tudo dependesse só de nós e se rezarmos como se tudo dependesse apenas de deus, (de qualquer deus), então o Fundo Monetário Lusófono será uma realidade quando quisermos. Faço um apelo aos especialistas, sobretudo ao Dr.Virgilio de Carvalho, para pôr mãos à obra. Portugal merece-o.
ResponderEliminarAntónio Lobato