segunda-feira, 7 de março de 2011

Suicídio político?

Li, com surpresa, a notícia de que Pedro Santana Lopes admite fundar um novo partido (Diário de Notícias). Aparentemente o caso-estudo de Manuel Monteiro não serviu para este aproveitável político, entre outros, apreenderem a mais horrenda realidade acerca das bases partidários e dos eleitores portugueses, para a desvendar sugiro que releiam o meu elucidativo O clubismo partidário na política portuguesa. Mas eu resumo: figuras politicamente incorrectas mas já populares e conhecidas do grande público não devem mudar de partido, NUNCA, os eleitores e os militantes de base que os apoiam no partido de origem nunca, ou quase nunca, migram para os novos partidos. Isto não é a Europa onde partidos com 3 meses aparecem e chegam ao governo, isto é Portugal, os clubes são o PSD, PS e CDS/PP e por muito mau que seja o treinador ninguém muda de clube, Santana Lopes, mais que ninguém, já o devia saber.

1 comentário:

  1. Sim, é verdade. E essa é uma das maiores razões de bloqueio da situação portuguesa.

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