quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O Pires com o berbequim é como o Postiga com a baliza: só à terceira...

4 comentários:

  1. José Pires F.12:54:00

    Caramba, até eu fazia melhor. :)

    ResponderEliminar
  2. Pois eu acho uma combinação sublime entre arte e técnica. É, numa palavra, uma "instalação". Olha bem para a simetria. É mais do que pitagórica...

    ResponderEliminar
  3. José Pires F.23:14:00

    Diria antes, Renato que o artista acreditou em demasia nele próprio e desse acreditar se impregnou como se fora uma doutrina.
    Embora compreenda que uma obra de arte tem de assentar fundamentalmente no que a liga à presença do homem, à “ideia-emoção”, no caso em apreço, penso que assentou, como bem dizes, na “instalação” mas de um erro, erro esse, que teve origem no desinteresse dos elementos e de que resultou essa fatalidade tão bem exposta.
    Ou seja e termino; se uma obra de arte é para se sentir, convém que se esclareça no saber, isto se não quisermos dar conta de tal obra apenas nos estritos domínios do que lhe é específico e na estrita qualidade pitagórica ou musical das casas de banho.

    ResponderEliminar
  4. É lixado discutir com lagartos. Perde-se sempre...

    ResponderEliminar

CARO/A VISITANTE, CONTRIBUA NESTA DEMANDA. ACEITAREMOS TODOS OS COMENTÁRIOS, EXCEPTO
OS QUE EXCEDAM OS LIMITES DA CIVILIDADE.

ABRAÇO MIL.