Diria antes, Renato que o artista acreditou em demasia nele próprio e desse acreditar se impregnou como se fora uma doutrina. Embora compreenda que uma obra de arte tem de assentar fundamentalmente no que a liga à presença do homem, à “ideia-emoção”, no caso em apreço, penso que assentou, como bem dizes, na “instalação” mas de um erro, erro esse, que teve origem no desinteresse dos elementos e de que resultou essa fatalidade tão bem exposta. Ou seja e termino; se uma obra de arte é para se sentir, convém que se esclareça no saber, isto se não quisermos dar conta de tal obra apenas nos estritos domínios do que lhe é específico e na estrita qualidade pitagórica ou musical das casas de banho.
Caramba, até eu fazia melhor. :)
ResponderEliminarPois eu acho uma combinação sublime entre arte e técnica. É, numa palavra, uma "instalação". Olha bem para a simetria. É mais do que pitagórica...
ResponderEliminarDiria antes, Renato que o artista acreditou em demasia nele próprio e desse acreditar se impregnou como se fora uma doutrina.
ResponderEliminarEmbora compreenda que uma obra de arte tem de assentar fundamentalmente no que a liga à presença do homem, à “ideia-emoção”, no caso em apreço, penso que assentou, como bem dizes, na “instalação” mas de um erro, erro esse, que teve origem no desinteresse dos elementos e de que resultou essa fatalidade tão bem exposta.
Ou seja e termino; se uma obra de arte é para se sentir, convém que se esclareça no saber, isto se não quisermos dar conta de tal obra apenas nos estritos domínios do que lhe é específico e na estrita qualidade pitagórica ou musical das casas de banho.
É lixado discutir com lagartos. Perde-se sempre...
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