Olho em frente.
Vejo a miséria das crianças que sofrem,
Imaculadas,
Sem Pátria, sem morada.
Olho em frente.
Escuto o redemoinho libertino
Dos espíritos embriagados
Pela nudez, não mais originária.
Olho em frente.
Vejo a prepotência das Nações,
As falsas intenções dos Povos,
Descrentes, dissimulados.
Olho em frente.
Escuto os gritos da Terra,
Em desespero, esmagada, pela ambição
Dos Homens, sem dignidade.
Isabel Rosete
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