Mais ou menos por altura da revolução do tiradentes que a Guiné Equatorial passou a ser Colónia Espanhola e não Portuguesa.
Se a iniciativa vem deles, é o mínimo de compensação e justiça histórica aceitar.
Se o Português passar a ser língua oficial não vejo como obstar. Além disso, existem criolos derivados do português ao estilo do cabo-verdiano.
Quanto à ditadura, formalmente é uma democracia presidencialista. Se há desvios, pertencer à CPLP só irá ajudar a corrigir como acontece com a Guiné-Bissau. Por outro lado, não se podem transformar suspeitas em certezas. Pertencer à CPLP só ajudará a clarificar as coisas.
Mais ou menos por altura da revolução do tiradentes que a Guiné Equatorial passou a ser Colónia Espanhola e não Portuguesa.
ResponderEliminarSe a iniciativa vem deles, é o mínimo de compensação e justiça histórica aceitar.
Se o Português passar a ser língua oficial não vejo como obstar. Além disso, existem criolos derivados do português ao estilo do cabo-verdiano.
Quanto à ditadura, formalmente é uma democracia presidencialista. Se há desvios, pertencer à CPLP só irá ajudar a corrigir como acontece com a Guiné-Bissau. Por outro lado, não se podem transformar suspeitas em certezas. Pertencer à CPLP só ajudará a clarificar as coisas.