sábado, 10 de julho de 2010

Extraordinário! Pela primeira vez na sua história, o Público faz uma manchete sobre a CPLP. E logo por "azar", o enfoque é negativo...

1 comentário:

  1. Mais ou menos por altura da revolução do tiradentes que a Guiné Equatorial passou a ser Colónia Espanhola e não Portuguesa.

    Se a iniciativa vem deles, é o mínimo de compensação e justiça histórica aceitar.

    Se o Português passar a ser língua oficial não vejo como obstar. Além disso, existem criolos derivados do português ao estilo do cabo-verdiano.

    Quanto à ditadura, formalmente é uma democracia presidencialista. Se há desvios, pertencer à CPLP só irá ajudar a corrigir como acontece com a Guiné-Bissau. Por outro lado, não se podem transformar suspeitas em certezas. Pertencer à CPLP só ajudará a clarificar as coisas.

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