Não nego que o preconceito anti-judaico ajude a compreender a coisa, mas parece-me que a razão é outra e tem sobretudo a ver com aquilo que alguma esquerda portuguesa considera dever ser o comportamento adequado a alguém que pretende mostrar-se de esquerda. É um bocado como as regras de etiqueta: estamos perante uma convenção que alguns inventaram para se distinguirem daquilo que consideram ser a direita portuguesa. Ou seja, a justificação é inteiramente funcional.Siga o papel higiénico...
Assim se fomentou o anti-semitismo de direita na Alemanha. Ou tera sido na esquerda? Nacional...socalistas, era assim que se chamavam, nao era?
ResponderEliminarPara compreender alguma "esquerda", basta recorrer ao Pavlov...
ResponderEliminarO MIL vai assumir alguma posição pró-sionista?
ResponderEliminarFlavio, parece que sim. Estamos ate ja a fazer camisolas. Que tamanho vestes?
ResponderEliminarEu não tenho grande sentido de humor para coisas sérias... então dia 10 a cachupa vai ser kosher?
ResponderEliminarPodes sempre comer a camisola em sinal de protesto. Que achas da proposta?
ResponderEliminarNão, no dia 10 vai ser cachupa e Israel não faz parte do espaço lusófono. Logo... Fiquemos por aqui.
ResponderEliminarA pressa de ser «esperto» - para ficar por aqui - diminui, muito, a argúcia.
ResponderEliminarO texto não é meu; apenas escrevi Esquerda onde o autor havia escrito Direita, e vice-versa. Mas isto é certo: a palestinianofobia não faz parte do MIL, como não faz a israelofobia. Pensar, e tentar ser isento, faz!
P. S. E preconceito anti-judaico onde o autor havia escrito preconceito anti-eslâmico.
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