quarta-feira, 2 de junho de 2010

Redução ao absurdo...

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Não nego que o preconceito anti-judaico ajude a compreender a coisa, mas parece-me que a razão é outra e tem sobretudo a ver com aquilo que alguma esquerda portuguesa considera dever ser o comportamento adequado a alguém que pretende mostrar-se de esquerda. É um bocado como as regras de etiqueta: estamos perante uma convenção que alguns inventaram para se distinguirem daquilo que consideram ser a direita portuguesa. Ou seja, a justificação é inteiramente funcional.


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9 comentários:

  1. Assim se fomentou o anti-semitismo de direita na Alemanha. Ou tera sido na esquerda? Nacional...socalistas, era assim que se chamavam, nao era?

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  2. Para compreender alguma "esquerda", basta recorrer ao Pavlov...

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  3. O MIL vai assumir alguma posição pró-sionista?

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  4. Flavio, parece que sim. Estamos ate ja a fazer camisolas. Que tamanho vestes?

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  5. Eu não tenho grande sentido de humor para coisas sérias... então dia 10 a cachupa vai ser kosher?

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  6. Podes sempre comer a camisola em sinal de protesto. Que achas da proposta?

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  7. Não, no dia 10 vai ser cachupa e Israel não faz parte do espaço lusófono. Logo... Fiquemos por aqui.

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  8. A pressa de ser «esperto» - para ficar por aqui - diminui, muito, a argúcia.

    O texto não é meu; apenas escrevi Esquerda onde o autor havia escrito Direita, e vice-versa. Mas isto é certo: a palestinianofobia não faz parte do MIL, como não faz a israelofobia. Pensar, e tentar ser isento, faz!

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  9. P. S. E preconceito anti-judaico onde o autor havia escrito preconceito anti-eslâmico.

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