quarta-feira, 30 de junho de 2010

Por uma “Lusofonia global e dinâmica” (IV)

.
Ao contrário do que algumas mentes mais estreitas possam pensar, o espaço lusófono é um espaço aberto. No seu conjunto, aberto ao mundo. Depois, em abertura variável conforme a inserção de cada região ou país: o Brasil, na sua inserção na América do Sul; os PALOPs, na sua inserção em África; Timor, na sua inserção no Extremo-Oriente. E Portugal, na sua inserção na Europa, na União Europeia…

Esta inserção, por ser, desde logo, um dado de facto – Portugal é, de resto, o mais antigo país europeu, e isso deveria bastar para não ter complexos em relação aos demais países europeus –, não está nem nunca estará em causa. Para o bem e para o mal, Portugal será sempre um país europeu. Mas, até nisso, na sua inserção na Europa, na União Europeia, Portugal teria a ganhar com uma maior convergência lusófona – o seu peso político sairia bastante reforçado. E quem diz Portugal, diz o Brasil, e por aí fora…


P.S.: Obviamente, este é um desígnio estratégico que em nada fica atingido por uma derrota no Mundial de Futebol. E quem o diz não ficou indiferente à derrota de hoje: mas temos agora o Brasil para, enquanto cidadãos lusófonos, apoiar…

2 comentários:

  1. Bem, eu apoio a Alemanha... :)

    ResponderEliminar
  2. Das europeias, também é a minha equipa favorita. Mas isso não se pode dizer...
    Abraço!

    ResponderEliminar

CARO/A VISITANTE, CONTRIBUA NESTA DEMANDA. ACEITAREMOS TODOS OS COMENTÁRIOS, EXCEPTO
OS QUE EXCEDAM OS LIMITES DA CIVILIDADE.

ABRAÇO MIL.