O vice-presidente de Angola, Fernando da Piedade dos Santos, disse hoje em Luanda que o país possui 30 milhões de hectares de terras aráveis ainda virgens com uma superfície total de 124 milhões.
Fernando da Piedade Dias dos Santos, ao proceder a abertura oficial da 26ª conferência Regional da FAO para África, congratulou-se com o facto de, em oito anos de paz, o sector não petrolífero, em que se inclui a agricultura, ter passado de cinco por cento para 58 por cento do Produto Interno Bruto.
Segundo o vice-presidente angolano, este esforço traduz os esforços do Governo em reactivar e diversificar a economia e desenvolver acções no meio rural que “permitem aumentar a produção agrícola, reduzir a dependência externa em produtos agro-pecuários e fazer um combate efectivo contra fome e a pobreza” .
“Entre 2005 e 2009, a produção agropecuária aumentou e o país já tem excedentes de produção em culturas como a mandioca”, disse Fernando da Piedade dos Santos.
Todavia, o vice-presidente reconheceu que é ainda deficitária a produção de cereais em Angola, com destaque para o arroz, trigo e milho, carnes e produtos lácteos, “o que tem obrigado o país a recorrer a importações comerciais para cobrir o défice nesses produtos”.
“Angola está a trabalhar na reestruturação do sistema de investigação agrária, reabilitação das Estações de investigações zootécnicas e agronómicas, na concessão de créditos aos pequenos e médios produtores, no fomento da comercialização e da assistência técnica aos produtores agrícolas e pescadores, tendo sido aprovada para o efeito uma linha de crédito no valor de 350 milhões de dólares”, sublinhou.
O Governo angolano, no âmbito do seu programa de abastecimento de água para todos, onde se incluem as zonas rurais, identificou já os planos de aproveitamento das bacias hidrográficas do Cunene, e Okavango, no rio Kubango, para os quais foram disponibilizados mais de 100 milhões de dólares, para investimento nos perímetros irrigados.
Fernando da Piedade Dias dos Santos, ao proceder a abertura oficial da 26ª conferência Regional da FAO para África, congratulou-se com o facto de, em oito anos de paz, o sector não petrolífero, em que se inclui a agricultura, ter passado de cinco por cento para 58 por cento do Produto Interno Bruto.
Segundo o vice-presidente angolano, este esforço traduz os esforços do Governo em reactivar e diversificar a economia e desenvolver acções no meio rural que “permitem aumentar a produção agrícola, reduzir a dependência externa em produtos agro-pecuários e fazer um combate efectivo contra fome e a pobreza” .
“Entre 2005 e 2009, a produção agropecuária aumentou e o país já tem excedentes de produção em culturas como a mandioca”, disse Fernando da Piedade dos Santos.
Todavia, o vice-presidente reconheceu que é ainda deficitária a produção de cereais em Angola, com destaque para o arroz, trigo e milho, carnes e produtos lácteos, “o que tem obrigado o país a recorrer a importações comerciais para cobrir o défice nesses produtos”.
“Angola está a trabalhar na reestruturação do sistema de investigação agrária, reabilitação das Estações de investigações zootécnicas e agronómicas, na concessão de créditos aos pequenos e médios produtores, no fomento da comercialização e da assistência técnica aos produtores agrícolas e pescadores, tendo sido aprovada para o efeito uma linha de crédito no valor de 350 milhões de dólares”, sublinhou.
O Governo angolano, no âmbito do seu programa de abastecimento de água para todos, onde se incluem as zonas rurais, identificou já os planos de aproveitamento das bacias hidrográficas do Cunene, e Okavango, no rio Kubango, para os quais foram disponibilizados mais de 100 milhões de dólares, para investimento nos perímetros irrigados.
Fonte: Notícias Lusófonas
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