sábado, 20 de março de 2010

À atenção das memórias de passarinho...

«Mi unico país es mi memoria y no tiene himnos.»

Alejandra Pizarnik, (Buenos Aires 29 de Abril de 1936 –
25 de Setembro de 1972)

3 comentários:

  1. Andas mesmo numa quest pelos judeuzinhos perdidos deste mundo... :)=

    Começa mas é a traduzi-la!

    Abraço!

    LA JAULA

    Afuera hay sol.
    No es más que un sol
    pero los hombres lo miran
    y después cantan.

    Yo no sé del sol.
    Yo sé la melodía del ángel
    y el sermón caliente
    del último viento.
    Sé gritar hasta el alba
    cuando la muerte se posa desnuda
    en mi sombra.

    Yo lloro debajo de mi nombre.
    Yo agito pañuelos en la noche y barcos sedientos de realidad
    bailan conmigo.
    Yo oculto clavos
    para escarnecer a mis sueños enfermos.

    Afuera hay sol.
    Yo me visto de cenizas.

    ResponderEliminar
  2. À consideração dos «entusiasmos sionistas» de Vossa Excelência... :)

    Uma boa parte das minhas reflexões sobre o patriotismo receberam contributos inovadores da cultura judaica e da diáspora: a errância, a memória (transmitida oralmente e por via litúrgica, até que a pátria de origem, e todas as pátrias de chegada, se tornam uma única e ansiada e universal pátria), o fundo amor de hóspede perseguido a toda a terra de acolhimento que é generosa, etc.

    Claro, o sionismo ficou de fora (só conservei um pouco do conluio com os Anjos...) - mas disso falaremos, assim que voltes, e com vontade de pagar uma janta... :)=

    ResponderEliminar
  3. A poesia dela já está traduzida. A prosa, nem tanto. Era um bom ponto de partida...


    Por falar em partida. Sou capaz de "voltar" antes de "partir de novo". Prepara o Master Card que sou fino...;))))

    ResponderEliminar

CARO/A VISITANTE, CONTRIBUA NESTA DEMANDA. ACEITAREMOS TODOS OS COMENTÁRIOS, EXCEPTO
OS QUE EXCEDAM OS LIMITES DA CIVILIDADE.

ABRAÇO MIL.