terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O Grande Génio da Galicia




"El vino no es buen consejero."

"(...) pagar con infelices la furia que guardamos para los ruines, nunca fue cosa de hombres."

"(...) hay cosas que no a todos interesan, cosas que son para llevarlas a cuestas uno solo, como una cruz de martirio, y callállarselas a los demás. A la gente no se le puede decir todo lo que nos pasa, porque en mayoría de los casos no lo sabrían ni entender."

Camilo José Cela, La família de Pascual Duarte

8 comentários:

  1. Só uma pergunta: os corruptos dirigentes angolanos e os corruptos portugueses que com eles colaboram também fazem parte deste agradável círculo lusófono?
    Faço esta pergunta porque quase todos os políticos, jornalistas, escritores e outros artistas, professores, etc., que costumam falar de lusofonia e que realizam iniciativas nesses âmbito costumam fazer gala em ignorar as realidas subjacentes a essa pergunta?

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  2. Esta é «fina», Vitor... Pena que não entendam.

    Abraço!
    P. S. Tu não achas que os homens de espírito deveriam dedicar mais tempo a narrar a imensa dor que é ser mais inteligente que o comum dos mortais? :)

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  3. Forçosamente, meu caro Klatuu, forçosamente.

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  4. quando se pode falar só com as pessoas que já concordam connosco para qùê perder tempo a falr com aquelas que discordam? ainda nos levavam a pensar alguma coisa diferente

    e, por outro lado, uma pessoa que se incomoda com a miséria e a corrupção em angola só pode ser "fina", pobres são aqueles que no meio da maior pobreza vivem na opulência

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  5. Cara Vera (falo enquanto porta-voz do MIL):

    1. Se ler com atenção as nossas tomadas de posição (como, por exemplo, o nosso Comunicado sobre a situação de Cabinda), concluirá que, sem qualquer dúvida, não estamos "comprados".

    2. A relativa restrição neste blogue não tem a ver com o não consentirmos a discordância (bem pelo contrário). É apenas para evitar "infiltrados", precisamente aqueles que referiu...

    Cordialmente

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  6. Cara Vera, como é evidente, o «fina» nada tem que ver com o seu comentário, mas sim com este post sobre Camilo José Cela. O que, penso, é universalmente legível.

    É evidente que se entende que o seu comentário não comenta este post, mas sim o teor do blogue. Desse modo não me caberia comentar fosse o que fosse, nem ao autor do post, que não fala de Angola.

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  7. Só mais um
    P. S. No seu blogue a Vera nem sequer permite comentários...

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