quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Lusófonos

Definimo-nos em fraternidade, na barca e na estalagem comum da lusofonia – o resto serão coisas de caminhar. Sabemos que andamos em busca, e isso não nos diz onde vamos esta noite dormir: a barbárie indo-europeia deu-nos, entre outras maravilhas, a possibilidade de pensar a vida como uma aventura, e a aventura como uma possibilidade de redenção. Como na história grande do Graal, não estamos frente a uma porta fechada: antes temos na mão uma chave e é o pórtico o que nos falta, antes temos respostas soltas, com que buscamos a grande Pergunta-a-haver.
Mistério da beleza, que nos beija na impermanência das coisas; mistério da Elevação, que faz dos nadas a claridade do ser.

3 comentários:

  1. bem dito: esse tem que ser o foco!

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  2. brilhante Casimiro.
    Abraço. assim como quem bebe dessa fonte lusa. expressa em palavras claras.

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  3. A lusofonia/convergência lusófona
    está em nós
    é metáfora da centelha divina
    criativa e criadora

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