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Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da Silvaquinta-feira, 27 de dezembro de 2018
Japão – Pretende fomentar relacionamento económico com a CPLP
terça-feira, 15 de março de 2011
Ética Samurai
segunda-feira, 14 de março de 2011
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Notícias do mundo lusófono...
A missão empresarial portuguesa que esta semana dedicou à colónia angolana de Cabinda especial atenção está satisfeita com as oportunidades de negócio desbravadas junto das autoridades e empresas angolanas a operar em Cabinda.
Apex-Brasil abre em Luanda o primeiro centro de negócios em África
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) anunciou o lançamento de seu primeiro centro de negócios no continente africano, no dia 29 de Novembro.
A ONUDI, Organização das Nações Unidas, vai apoiar projectos empresariais
A ONUDI - Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (França) vai apoiar, em parceria com as instituições nacionais, projectos de desenvolvimento de empresas cabo-verdianas em montantes a partir de 100.000 euros.
Marrocos financia a rede de distribuição de energia em Cabo Verde
Marrocos vai financiar com um milhão de euros a rede de distribuição de energia eléctrica na capital cabo-verdiana, anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Cabo Verde.
Estado, parceiros e sociedade debatem reforma da electricidade e água
Várias instituições estatais, parceiros de cooperação e organizações da sociedade civil debatem amanhã e sexta-feira a implementação da reforma dos sectores da electricidade e água na Guiné-Bissau, refere um comunicado hoje divulgado pelo Ministério da Economia guineense.
Construtoras lusas consideram o país estratégico para a internacionalização
A Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas de Portugal (AICCOP) considera Moçambique "estratégico" para a internacionalização do empresariado português, apontando "a aliança" com as construtoras moçambicanas como importante para o crescimento dos dois países.
Governo do Japão oferece 3300 toneladas de arroz a São Tomé e Príncipe
O governo japonês entregou às autoridades são-tomenses um donativo de mais de 3300 toneladas de arroz, no âmbito da ajuda alimentar nipónica a São Tomé e Príncipe, disse à lusa fonte diplomática na capital.
Guiné Equatorial abre os bolsos e vai financiar orçamento de São Tomé e Príncipe
A Guiné Equatorial vai apoiar o Orçamento do Estado são-tomense para 2011 e criar um fundo de investimento para o sector produtivo em São Tomé e Príncipe, anunciou o primeiro-ministro são-tomense, Patrice Trovoada.
Comitiva empresarial cabo-verdiana explora áreas de negócio em São Tomé
Uma comitiva de empresários que operam em Cabo Verde estão em São Tomé para explorar áreas de negócios e investimento no sector agro-pecuário no arquipélago, no quadro de um acordo fitossanitário assinado no princípio deste ano entre São Tomé e Praia, disse fonte na capital.
Fonte: Notícias Lusófonas
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Fernando Nobre e o primeiro-ministro japonês
Bem se vê que este primeiro-ministro vive mesmo no outro lado do mundo. Se fosse cá, tudo ficaria na mesma: a quebra de uma promessa nunca foi motivo, entre nós, para um primeiro-ministro se demitir. A menos, claro está, que tivéssemos um Presidente da República que lhe lembrasse o óbvio: “Obviamente, demita-se”. Alguém com fibra. Alguém com a fibra de Fernando Nobre…
domingo, 17 de janeiro de 2010
Em São Tomé e Príncipe...
O Japão concedeu a São Tomé e Príncipe um donativo de 1,9 milhões de euros de ajuda alimentar, disse hoje, sexta-feira, à Lusa fonte governamental são-tomense.
Trata-se da terceira ajuda alimentar consecutiva ao arquipélago, depois da suspensão "por largo tempo" por parte do Japão da ajuda a São Tomé e Príncipe, devido à má utilização dos fundos resultantes da venda do arroz e que levou à condenação de dois responsáveis do Gabinete de Gestão de Ajudas (GGA) por corrupção.
Na quinta-feira, o embaixador do Japão acreditado em São Tomé, com residência em Libreville (Gabão), Motoi Kato, assinou com o ministro dos Negócios Estrangeiros são-tomense, Carlos Tiny, um acordo para o donativo japonês.
Em 1999, os dois países assinaram um acordo de cooperação económica que tem sido executado sob forma de ajuda alimentar não reembolsável que o Governo japonês oferece ao Governo são-tomense.
"Essa ajuda alimentar tem dois objectivos. Primeiro para suprimir a falta de géneros alimentícios, e segundo para contribuir para o desenvolvimento económico e social do arquipélago de São Tomé e Príncipe, utilizando o fundo de contrapartida resultante da venda do arroz à população são-tomense", disse Motoi Kato.
O diplomata japonês sublinhou que o seu Governo tem acompanhado os esforços das autoridades são-tomenses de melhorar a segurança alimentar, lembrando que "essa ajuda se inscreve no quadro do engajamento do Governo japonês de duplicar a ajuda alimentar a África até 2012".
O chefe da diplomacia são-tomense agradeceu a ajuda nipónica, tendo aproveitado para pedir ao embaixador japonês que transmitisse ao seu Governo o desejo do Executivo são-tomense de pretender utilizar o fundo de contrapartida resultante da venda do arroz para os trabalhos do recenseamento eleitoral.
"Existem fundos de contrapartida por utilizar, está previsto que dentro de um mês uma missão seleccione alguns projectos. Temos já alguns, nomeadamente no domínio da Educação e Juventude e gostaria desde já chamar a sua atenção e pedir-lhe para analisar com particular atenção uma proposta que vos será submetida de apoio ao processo eleitoral", disse Carlos Tiny.
O ministro são-tomense considerou que esta ajuda está no âmbito "da primeira das três prioridades da governação" do actual Executivo, que é a segurança alimentar.
Carlos Tiny disse ainda que o seu país pretende reforçar a cooperação com o Japão nos domínios do sector privado e da pesca artesanal, "onde gostaríamos de ver a participação dos homens de negócios do Japão".
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
A língua portuguesa no Japão


Aqui está um artigo de uma japonesa sobre a língua portuguesa no Japão:
Desafio da língua portuguesa no Japão contemporâneo
Atsushi Ichinose
Universidade Sophia, Tóquio, Japão
O ano 2008 é um ano muito especial para as relações entre o Japão e o Brasil na medida em que se comemora o centenário da imigração japonesa para o Brasil. Este fenómeno migratório, embora com tantos sacrifícios e dificuldades, faz parte de histórias de sucesso na História de um país de imigrantes que é o Brasil.
Quando o Brasil sofria de agonizante situação económica na década de 80 do século passado (a chamada década perdida), o Japão, pelo contrário, usufruía do excelente resultado do desenvolvimento económico iniciado depois da Segunda Guerra Mundial. Esta situação contrastante desencadeou o fluxo migratório dos brasileiros de origem japonesa (os nikkeis) para trabalharem no país do sol nascente e da sua origem. Neste momento, encontram-se mais de 300 mil brasileiros a viver e trabalhar no Japão. Isto significa que há, neste país, mais de 300 mil falantes nativos da língua portuguesa.
Em Portugal, quando se discute a situação do português na Ásia, pensa-se logo em Timor-Leste. Não se deve esquecer, no entanto, de que há mais falantes do português no Japão que em Timor-Leste. É claro que o “regresso” ao Japão dos “nikkeis” não é isento de dificuldades e problemas, entre eles, sobretudo para as crianças brasileiras, a língua é uma das maiores barreiras na sua vida quotidiana. Embora no vocabulário japonês haja palavras de origem portuguesa como “botan” (botão) ou “kappa” (capa), este facto não ajuda muito na comunicação entre japoneses e brasileiros.
Uma das razões do sucesso da imiigração japonesa na sociedade brasileira é a vonade dos pais de oferecer o melhor ensino escolar aos seus filhos. Mas agora as crianças brasileiras de idade escolar no Japão são obrigadas a enfrentar obstáculos maiores, pois elas não têm habilidade suficiente da língua de ensino que é o japonês nem podem desenvolver a capacidade linguística da língua materna que é o português.
O resultado desta situação é o aumento de crianças com semi-literacia. Na realidade, como a sociedade japonesa ainda não está bem preparada para aceitar imigrantes estrangeiros, os seus direitos linguísticos não são suficientemente respeitados. O que é necessário e urgente é que se criem infra-estruturas para as crianças brasileiras aprenderem tanto português como japonês. No início do Século Vinte Um, impõe-se um grande desafio para o Japão se tornar uma sociedade aberta e multicultural. Ao mesmo tempo, o português deverá tentar ser um “membro” do mapa linguístico do Japão.
Fonte: Internet www.app.pt/RESUMOS-B/Ichinose-B.doc
NB: Artigo copiado tal como é publicado. Nada foi alterado.
