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Nenhuma direita se salvará se não for de esquerda no social e no económico; o mesmo para a esquerda, se não for de direita no histórico e no metafísico (in Caderno Três, inédito)
A direita me considera como da esquerda; esta como sendo eu inclinado à direita; o centro me tem por inexistente. Devo estar certo (in Cortina 1, inédito)
Agostinho da Silvasábado, 25 de fevereiro de 2012
Fernando Nobre, Presidente Honorário do Movimento Internacional Lusófono, durante o seu discurso

domingo, 16 de outubro de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
Ainda sobre Fernando Nobre
UM TACHO MAIOR PARA O POVO ESQUECIDO- Compromisso Público com a Nação -
José JPeralta
Li, na Internet, um comentário que dizia: “Fernando Nobre renunciou porque queria um tacho maior”. Respondi, com outro comentário, que aqui reproduzo, ampliado. Digo o que sinto e pressinto, do meu ponto de vista, que penso ser o que todos podem observar. Há luz no fim do túnel.
Aqui dou a minha interpretação deste momento instigante de uma fase que vai desabrochando aos nossos olhos, e que pede nossa adesão.
Este texto segue como uma contribuição leal a um grande debate nacional. É um texto de opinião.
1. A Nação precisa se unir em torno de pessoas dignas, capazes de inspirar um leal e forte movimento pela renovação nacional. O País precisa se reencontrar com seu natural vigor de um povo ousado e empreendedor.
Sei que, em tudo isto, há algo de utópico que o “Velho do Restelo” arguia. Algumas pessoas de mente apequenada não conseguem entender as atitudes das pessoas cujas ideias vão além do trivial. “Pigmeus” não se dão bem ao lado de gigantes. Sentem-se incomodados e desconfortáveis.
Não conseguem entender a grandeza das pessoas que se dedicam, de alma e coração, ao bem público, muitas vezes com prejuízo dos interesses pessoais e familiares. Não sabem que isto é marca da alma lusa. Acostumados a ver, na política, a maioria das pessoas que lá militam, tomarem atitudes antissociais, contrárias aos interesses coletivos da comunidade, local ou
nacional, muitos assustam-se e têm dificuldade em acreditar em atos fortes e decididos, como fazem alguns homens de uma nova geração que ressurge.
Saibam que a corrupção, na política, é uma anomalia a repelir, com veemência, sem transigências.
2. Pessoas despreparadas proclamaram o monopólio do pensamento e das forças matriciais da Nação Portuguesa. Só podia dar no que deu: na tragédia de um país depauperado, com um povo incrédulo e empobrecido.
Ninguém, em sã razão, pode querer ter o monopólio de uma nação complexa, como Portugal.
O Portugal profundo, de muitos desconhecido, é uma das mais belas nações do mundo pelos valores que nela brilham e que ela irradiou pelos quatro cantos do mundo, e por seus feitos memoráveis. Não é um país trivial. É um país com um passado e com um presente que o projetam no futuro. O problema é definir que futuro, reforçando o presente.
3. Um dos mais destacados homens da nova geração, voltada para o bem público, na tradição lusófona, é Fernando Nobre. Até hoje não há registro de qualquer ato que desabone a sua vida pública. O que há são registros de um homem, de uma vida toda plena de altruísmos, pelo bem comum, em Portugal além-fronteiras.
Outros irão surgindo do nevoeirento ostracismo a que foram relegados pelo autoritarismo vigente, por longos anos.
Nobre vem sendo criticado, por pessoas que se esforçam para manter a política como está, pois atende aos próprios interesses egoístas. Muitas pessoas de boa fé vão na onda da publicidade negativa. Há uma quase “máfia” dos formadores de opinião levando ao povo notícias inverídicas, ou com visão distorcida. À parte isto, todos sabemos que ninguém é perfeito.
Para o bem o para o mal, esperamos que para o bem, Nobre é o grande nome que se destaca e se impõe.
Segundo tudo leva a crer, o senhor Nobre está atendendo exatamente ao que o povo quer, sem populismo, sem messianismo e sem burla. Está fazendo política autêntica, que é a arte do bem público. Posiciona-se no polo oposto aos demagogos e os predadores da Nação. Espera-se que assim continue.
4. Os que esperavam encontrar um novo burocrata, enganaram-se. Renúncia ao cargo de Deputado não é renúncia às responsabilidades sociais, nem aos seus compromissos inarredáveis com a sociedade e com o país. Muito pelo contrário.
Quis manter sua independência de ação e de pensamento, sem camisas de força partidárias, nos moldes atuais. Quer renovação e não acomodação.
Não quis ser mais um burocrata do povo, sem ofensa nenhuma para os burocratas, que também têm a sua missão a cumprir. É um homem de ação e de ideias. Quer a prosperidade, com justiça e bem-estar para toda a nação.
Quem se sente prejudicado, em seus planos egoístas, reage e procura denegrir imagem de pessoas de boa vontade e de muita história, recheada de serviços à comunidade.
5. Nobre quer poder levar qualidade de vida e bem-estar a toda a gente, para que nosso país supere a fase triste da pobreza, em que muitos dos nossos patrícios estão sendo mergulhados, excluídos da sociedade de bem-estar que lhe prometeram, e que não passou de uma ilusão fraudulenta, de um engodo para deles se aproveitarem.
Quer as instituições comprometidas com o bem público.
Enfim, o senhor Nobre quer, sim, um tacho maior, quer um tacho maior para o povo. Tacho maior de educação, saúde e bem-estar, de qualidade. Tacho maior de trabalho para todos, com justiça e qualidade de viva. A isso ele se dedica, há muitos anos, na AMI, com pleno respaldo na tradição solidária da gente lusa.
6. Fernando Nobre está consolidando e dando partida e respaldo a uma nova geração de homens atuantes e de políticos responsáveis. Outros já levantam as novas bandeiras. Nobre teve a missão de catalizador. Esta Nova Geração poderá superar, democraticamente, mais de trinta anos de desmandos, na política portuguesa, onde alguns abominam algo tão essencial e primário como ética, honestidade e responsabilidade social, embora digam o contrário. O resultado assustador está aí, prejudicando a todos, numa nação aturdida que se sente traída.
Restou a vergonha de quem se omitiu... Faltou coragem. O país foi dilapidado. A credibilidade do país está comprometida e muitos passam grandes dificuldades.
É visível a imagem da desolação: só não vê quem não quer ver: As empresas são espoliadas, os empregos escasseiam, o desemprego se alastra e a desagregação das famílias também. Daí surge a geração à rasca, por não conseguir encontrar saídas, como acontece em conhecido filme de Buñuel – “O Anjo Exterminador”.
Os navios, há 30 anos parados, vão apodrecendo. As terras ricas e produtivas são pasto improdutivo. O país, dependente, importa 80% dos alimentos que consome... Condição degradante que precisa ser superada e revertida. O país nunca esteve em tais condições. O trabalho não é desonra.
Desonra é a vagabundagem e a inapetência de muitos xenófobos que consideram escravatura o trabalho (?!)
7. Nobre, com muitos de sua estirpe, da estirpe lusa, que tendem a se multiplicar, tem o apoio efetivo da maioria silenciosa. Ele é uma voz, para que todos tenham sua vez. Muito mais vozes virão, fazendo um grande coro de muitas vozes, certamente polifônico, porque plural.
Nobre tem todas as condições para ajudar a comandar um grande movimento de restauração da dignidade da Nação Portuguesa, junto com todas as pessoas de boa vontade, na genuína tradição do empreendedorismo e da ousadia portuguesa. Este grande objetivo só se realiza como obra da Nação; como obra de muitos. A Nação já desperta para um novo tempo.
Talvez daqui surja algo nos moldes da Renascença Portuguesa de Teixeira de Pascoais, em um novo tempo e com novos parâmetros.
Nobre está bem acompanhado. Quem quis isolá-lo, falhou. Está na hora de despertar as forças vivas da nação portuguesa, descartando ações e atitudes predatórias do patrimônio moral e material da nação.
8. A Nova Era que desponta é marca de esperança. Tem pela frente uma missão hercúlea. Sabemos que será capaz de vencer todas as intrigas, que serão inevitáveis, dada a magnitude da mudança de rumos que seus idealizadores poderão significar. Não será fácil. É preciso que cada um faça a sua parte, onde quer que atue.
Estamos em hora de reunir forças e não de as dispersar. Penso como algumas das pessoas mais lúcidas do País: Portugal precisa de lideranças renovadas e com credibilidade, para inspirar um autêntico movimento de renovação nacional, ou de Restauração Nacional. Precisa de pessoas que sejam capazes de despertar as forças vivas da nação, que nunca faltaram, mas estão meio adormecidos no cinzeiro.
As forças vivas da nação, há muitos anos marginalizadas, precisam perceber que o novo tempo está surgindo, pela própria força dialética da História. Que ninguém se omita. Ninguém barra a grande marcha da história.
Esquecendo as mágoas de um passado recente, é preciso seguir em frente, para o futuro.
Habitualmente é nas horas difíceis que as pessoas aprendem, a duras penas, que a solidariedade é uma das forças matriciais das nações.
terça-feira, 12 de julho de 2011
NOBRE REAFIRMA SEU COMPROMISSO COM O PAÍS
FERNANDO NOBRE EM SÃO PAULO (II)José JPeralta
Tive a honra de receber, em São Paulo, o senhor Fernando Nobre, que é, sem dúvida, aquela pessoa em que Portugal hoje deposita mais esperança e é o que de melhor surge na Europa nos últimos anos..
É a pessoa que, em seu país, tem maior credibilidade popular, pelas suas ideias e ideais, por sua história de ações humanitárias, sem fronteiras, na Fundação AMI, que já atuou em mais de setenta países. Tem imensa credibilidade por sua ousadia, em tomar decisões contrárias à praxe política nacional, como foi a sua renúncia à função de Deputado da Assembleia da Republica, por saber ser mais útil ao seu país e à humanidade, na AMI, o que ninguém desconhece.
Considerou que o grande ganho de sua eleição foi ter contribuído para defenestrar um governo perdulário que, sem pudor, levou o país ao maior caos econômico dos últimos anos, deixando o povo em péssimas condições. O que lhe foi permitido fazer, Fernando Nobre fez.
O que mais espantou a Nação foi um homem ser capaz de renunciar a todas as vantagens e mordomias que oferece a função de Deputado, e que para ele pouco significavam, ao lado da importância que representa sua atuação em favor das pessoas esquecidas e excluídas do banquete de uma civilização, onde o que conta é tirar vantagem de quem pode pagar impostos; e onde os princípios da ética na política há muito foram descartados por muitos
A coerência de Nobre deixou seu povo aturdido de apreensão. Poucos conseguiram compreender as razões do ato, que é algo fora de comum.
A grande reação nacional à renúncia do senhor Fernando Nobre, mostram que a Nação está muito atenta aos passos deste homem, e muito espera de sua atuação, pela restauração da ética e da dignidade em seu país, na política ou como cidadão lúcido, consciente e atuante, venerado por quantos esperam que o País se regenere e volte a levantar a cabeça altiva, solidária, altruísta e responsável, sem a multidão de excluídos que hoje povoam as mansardas e não mansardas, na periferia sócio-cultural de nosso país.
A partir da manifestação clara e contundente de Nobre, no Brasil, a Nação ficou sabendo que ele não procurava o tacho para si, mas para o povo. Não procurava os bens da Nação; procura o bem da Nação. Isto ele vai continuar fazendo, sediado na Fundação AMI, onde tem pleno apoio da Nação.
Nobre rompeu o seu silêncio, a partir do Brasil, daqui de São Paulo, com nova mensagem de um compromisso inarredável com seu povo.
Em longas e muito agradáveis conversas que compartilhamos, senti nesse homem uma vontade férrea de, como bom português, não desistir nunca; de levar avante seus ideais, de contribuir decididamente por uma sociedade mais livre e mais justa, com reais oportunidades para todos, com mais e melhor Educação e Saúde e com qualidade de vida para todos.
Para saber mais (clique)
http://tribunalusofona.blogspot.com/2011/07/fernando-nobre-visita-sao-paulo-ii.html
terça-feira, 5 de julho de 2011
Nobre em São Paulo. Jornais dizem que "fugiu do país"...
FERNANDO NOBRE VISITA SÃO PAULOCaros Amigos,
Está chegando, hoje, a São Paulo, o Dr. Fernando Nobre. Todos certamente sabem bem de quem se trata. É o Presidente da AMI - Fundação Assistência Médica Internacional. Foi quase presidente da República, nas últimas eleições. Foi eleito Deputado à Assembleia da República, onde foi quase presidente. Acaba de renunciar à função de Deputado, com todo o respeito à Casa de Leis e de Debates acirrados. Renunciou pois, às mordomias do cargo de Deputado na AR, para se dedicar mais intensamente à sua missão humanitária de médico humanista e gerenciador da AMI, em benefício de Portugal e da Humanidade.
Penso que este é um caso único no país. Sabendo dos benefícios, que o cargo de Deputado propicia, é quase um ato heroico. No entanto, na AR ele considerou-se quase substituível. Na AMI, certamente a sua presença é insubstituível. Aqui ele exerce, incansável, sua ação humanitária, espalhada pelos quatro cantos do mundo.
Fará muita falta na AR mas na AMI ele terá mais livre os seus caminhos para agir, como sempre fez.
Esta é uma questão que está a ferver em Lisboa.
A AMI tem missões humanitárias, nos cinco Continentes. Relata ações humanitárias em 70 países. Está presente hoje, em 18 países, com projetos humanitários em desenvolvimento. Está também no Brasil, Juazeiro do Norte-Milagres, no Ceará. Só em Portugal tem 20 Núcleos de assistência e promoção humana.
Dedica-se muito aos sem-abrigo, aos doentes e à educação dos excluídos, trabalhando pela inclusão social. Tem trabalho intenso na área de Meio Ambiente, incluindo a Ecoética.
A presença do Dr. Fernando Nobre, em São Paulo, honra o espírito e a missão humanitária dos portugueses no mundo, onde semearam Hospitais “Santas Casas da Misericórdia” por toda a parte, Beneficências, etc, atendendo a todos, sem exclusões.
Fernando Nobre tem sua história de vida ligada à assistência humanitária sem fronteiras. É uma história brilhante de grandes ideias e de grandes realizações, em benefício dos mais humildes, incrementando a promoção humana, por um mundo melhor para todos, com mais justiça e paz.
Vejam isto, no site < www.ami.org.pt >
A Casa de Portugal, e o Banif, em nome da Casa de Portugal, estão fazendo a sua parte. Em nome do Presidente da Casa de Portugal, senhor Júlio Rodrigues, atua Teresa Mendonça e Dona Conceição. Eu estou na coordenação geral do evento, pelo Departamento de Cultura, da Casa de Portugal.
Há uma ampla programação a desenvolver, incluindo conversa com a imprensa.
Da Casa de Portugal receberá homenagem dos Amigos e da Comunidade e uma Medalha da Casa, na sexta-feira.
Relatarei os pontos de destaque desta ilustre visita a São Paulo, no fim de Semana.
Peço desculpas pelo comunicado, em cima da hora. Foi consequência do recente comunicado da AMI. Mas o importante é a presença honrosa do Dr. Fernando Nobre, em São Paulo, que muito nos alegra.

JPeralta
sexta-feira, 10 de junho de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Mensagem do Doutor Fernando Nobre
domingo, 10 de abril de 2011
CARTA ABERTA AO DOUTOR FERNANDO NOBRE
O Doutor Fernando Nobre anunciou hoje publicamente ter aceite o convite para ser, com o estatuto de Independente, Cabeça de Lista pelo PSD: Partido Social Democrata em Lisboa às próximas Eleições Legislativas. E de, caso haja uma maioria parlamentar que o torne possível, ser o próximo Presidente da Assembleia da República – nas palavras do próprio Doutor Fernando Nobre: “Pela primeira vez na história da Democracia Portuguesa, um Cidadão Independente, sem vínculo partidário, poderá contribuir, com a sua intervenção, na gestão da política, num lugar de tão grande relevância como é a Presidência do Parlamento.”. sábado, 9 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Mensagem do Doutor Fernando Nobre
O nosso País está perante uma crise tremenda e iminente.
Esta crise económica e social é devida a um modelo de desenvolvimento e de políticas profundamente errados, implementados por lideranças financeiras e políticas irresponsáveis, incompetentes, gananciosas e enfermas.
Estamos num beco sem aparente saída.
A grave recessão, o flagelo do desemprego, as profundas pobreza e miséria e a desigualdade social ,em franca aceleração, são geradores de Humilhação, Desespero e Revolta!
A bomba social...
Eis chegado o momento do pilar da Cidadania EXIGIR responsabilidade, honestidade, verdade, seriedade, equidade, competência e sentido de estado.
Se não conseguirmos, a derrocada nacional, já eminente, será inevitável e profunda e as nossas já débeis soberania e democracia, estarão, a breve trecho, feridas de morte.
Sabemos quem foram e continuam a ser os responsáveis há pelo menos 20 anos.
E no entanto continuamos a votar sempre nos mesmos, como se viu ainda há pouco tempo.
É urgente uma MUDANÇA de atitudes e comportamentos das pessoas, no privado e no público, sem a qual não será possível voltarmos a acreditar e a ter esperança.
A palavra pertence, mais uma vez, aos Portugueses.
Oxalá entendam e assumam o seu dever e actuem bem para que, enfim, o optimismo da vontade se sobreponha ao actual e legítimo, pessimismo da razão.
Nesta última e grave crise todos foram responsáveis: o PR, com o seu discurso de tomada de posse seguido de inexplicável inacçãoe o governo e oposição que só pensaram nos seus interesses!
E Portugal?
Precisamos de voltar a acreditar e a ter entusiasmo!
Para tal precisamos de visão e de desígnios!
Não vejo como.
A menos que, rapidamente, se ouse exigir Mudança e que se fortaleça a Cidadania!
Que cada um faça a sua parte com responsabilidade e serenidade.
Força e Abraço Amigo.
Fernando Nobre
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Lançamento da obra Fernando Nobre – Diário de uma Campanha
A Zéfiro e o MIL – Movimento Internacional Lusófono organizaram no dia 26 de fevereiro o lançamento da obra Fernando Nobre – Diário de uma Campanha, que contou com a presença do autor Renato Epifânio e de Fernando Nobre.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
HOJE

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
De Fernando Nobre: palavras que nos responsabilizam. A todos. E muito...
Caro Amigo Doutor Renato EpifânioPermita que lhe agradeça os muito honrosos convites que ontem me dirigiu e que aceitei porque partilho com o MIL e consigo a visão estratégica essencial que constitui uma Lusofonia bem entendida e assimilada. Serei pois com muita honra presidente honorário e membro de honra do MIL, instituição tao necessária e que o meu Amigo tão bem e tão dinamicamente preside. Espero na medida do possível contribuir para a imprescindível Lusofonia Global e Dinâmica que defendi como um dos desígnios nacionais. Com um abraço amigo e até Sábado.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Apresentação este Sábado, na sede do MIL, às 17h, com a presença do Doutor Fernando Nobre
Reúnem-se aqui os textos que fomos escrevendo ao longo da campanha presidencial de Fernando Nobre, que acompanhámos e apoiámos, a título pessoal e em nome do MIL: Movimento Internacional Lusófono. Esses textos foram sendo publicados no MILhafre, o blogue do MIL e na página oficial da candidatura presidencial de Fernando Nobre, textos que, conforme um dia nos disse, o próprio foi lendo e apreciando. Finda essa campanha, e dado o resultado extraordinário, uma pergunta se impõe: “E agora, Fernando Nobre?”
Entrada livre
Sede do MIL: Sociedade da Língua Portuguesa, Rua Mouzinho da Silveira, 23, 1250-166 Lisboa
(junto ao Marquês do Pombal)
sábado, 19 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
FERNANDO NOBRE – O PRESIDENTE OCULTO , de Eduardo Aroso
Epílogo de uma candidatura Candidatura, portanto, marginal, dos “sem-abrigo” voluntariamente desabrigados dos tectos do gesso do compadrio e das vigas estafadas do sistema. Por vontade própria de cada um e na egrégora de todos, foi-se construindo uma rampa promissora que continuará certamente depois do resultado das eleições. A acção cívica, que engloba cidadania e aldeania, não cessa mesmo quando o candidato se retira ou faz uma pausa mais ou menos longa.
Todavia, dado que uma mesma paisagem ou um igual sonho pode não ser entendido do mesmo modo por muitos em questão, há sempre quem possa querer «pôr remendo novo em pano velho» ou «vinho novo em odres velhos». Pouco monta se um ou outro personagem desta comunidade cívica ainda possa pensar desta maneira, quando o que importa é que a sede de todos é de um licor nunca provado, numa taça outra.
Sendo certo que se impõe a dignidade do respeito e reconhecimento institucional, tomada a frase de um mestre que disse que «a verdade é um diamante de muitas faces», e tal como o dia se avalia pela noite, e vice-versa, assim se pode conceber que haja um presidente visível e um presidente oculto. A imagem é clássica, pois provém do mais alto simbolismo e não do rasteiro conceito de oposição, à maneira parlamentar deste desajeitado início de século. É dever, portanto, trazer aquela imagem, não por mera conveniência de circunstância, mas porque é inamovível. Quando se diz que Nobre é, a partir de agora, o presidente oculto, não significa que fique escondido ou mais ou menos acoitado, mas sim preservado para o que o tempo possa destinar. Presidente oculto ou sinal da expectativa manifestada na sociedade portuguesa que, fazendo jus à hora, se elegeu ela própria como consciência vigilante que repudia um paradigma de política portuguesa que tem, legitimamente é certo, um presidente eleito por aqueles que nele votaram.
É difícil saber se o grito inicial «mais além» poderia ter sido de outro modo. Foi-o, o do momento e no momento. Passámos vitoriosamente o Cabo da Boa-Esperança e muitos cabos das tormentas de vária ordem. Postos já a caminho, não chegámos (ainda) à Nova Índia, aqui tão perto de nós, na certeza de que também no longe bem sabemos navegar.
Entre Figueira da Foz e Coimbra, 24 de Janeiro de 2011.
Eduardo Aroso
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Carta do Brasil, para o Doutor Fernando Nobre
Caros amigos do MIL,Sirvo-me desta oportunidade para parabenizar o MIL por seu trabalho em prol do nosso candidato, Fernando Nobre.
Enfim, Fernando Nobre é algo de novo na política portuguesa. Uma nova mensagem. A mensagem que faltava.
O resultados foram plenamente satisfatórios. A votação que obteve foi muito expressiva.
Um terceiro lugar, beirando os 15%, é algo a considerar, para corresponder à vontade da nação.
Não fosse a manipulação das pesquisas, talvez a votação pudesse ter dobrado, ou ao menos ser muito mais ampla.
Poderia ter ficado em segundo lugar, e então a equação seria outra. A disputa teria tomado outro rumo.
O Sr. Fernando Nobre tem agora um compromisso, certamente prazeroso, com o seu povo.
Então que prossiga a levantar as bandeiras dos ideais que apresentou e que agradaram aos eleitores.
A partir de agora, a palavra do sr Fernando Nobre tem atrás de si a voz das urnas, representando uma força na nação.
Temos agora um novo líder nacional, o dr. Fernando Nobre. Um nome que significa esperança...
Bem haja, e bem hajam todos que o entenderam e que o ajudaram a subir, na opinião pública, para ocupar o espaço que merece, por sua coragem, visão ampla, inteireza, amor ao seu país e sabedoria.
Gostaria que retransmitissem, se possível, esta mensagem ao dr. Fernando Nobre.
Um grande abraço a todos.
José J.Peralta







